quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Raríssimas

Este caso da Raríssimas está a suscitar uma enorme onda da indignação por esse país fora. Natural que aconteça: afinal, quem não fica furioso por alguém se aproveitar da desgraça alheia para lucrar pessoalmente, ainda por cima com dinheiros públicos e donativos de boa vontade?
À conta deste escândalo, a Casa dos Marcos - que dá, provavelmente, a única resposta aos portadores de doenças raras e suas famílias - irá fechar portas. 
Agora sou eu que não deixo de ficar chocada ao andar pelas redes sociais e nem uma única mão se levantar para defender os que menos têm culpa nesta alhada toda, e que precisam - mais que ninguém - de serem ajudados pela sua condição.
Já alguém se perguntou como é a vida de um portador de uma doença / deficiência rara neste país? Já alguém se apercebeu da gritante e criminosa falta de apoios a todos os níveis a estas pessoas e suas famílias - que afecta grandemente a sua qualidade de vida?
Não. Claro que não. Giro, giro é apenas salivar com o escândalo. E virar costas quando as verdadeiras vítimas me pedem "em silêncio" que eu empenhe a palavra "solidariedade" que trago sempre na boca.
 
 


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Pão, pão, pow!

De tanto usar, a minha máquina do pão - que comprei no Lidl - "faleceu".
Com grande pena minha, pois adorava o cheirinho a pão quente pela manhã. E o pão durava mais que os de compra, além de que não ficava a saber a fermento, razão pela qual se poupava bastante.
O grande problema com os pães que se compram no supermercado e nas padarias é que estes estão cheios de coisas estranhas: desde aditivos, estabilizantes, açúcar e sal a mais, não é preciso ser um pão de forma daqueles tipo "Panrico" para nos fazer questionar a qualidade do mesmo.
Assim, decidi continuar a fazer pão caseiro, mas sem recurso à máquina. Pode dar mais trabalho, é verdade, mas acho que compensa a curto, médio e longo prazo. Não só se poupa na carteira, como também se cuida da saúde.
Naturalmente, não deixamos de comprar pão fora. Mas com muito menos frequência, e com uma aposta maior nos de mais qualidade.
Para um pão caseiro descomplicado, aqui está uma receita que me parece acessível.
Vou experimentar e depois conto como foi.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Greguices

O Aldi tem coisas muito boas. Sempre que lá vou, trago produtos com uma boa relação qualidade/preço.
Este molho Zaziki tornou-se indispensável cá em casa. Aconselho vivamente: fresco, cremoso e muito saboroso. E tem substituído a maionese em muitos pratos, sendo que é muito mais saudável.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Ehh láááá

Tinha a ideia que, perto dos 40 anos, o metabolismo iria ficar bem mais lento e que, como o corpo tem uma memória, este não iria responder ao estímulo que já lhe tinha sido feito, mesmo que anos atrás.
Hoje, pesei-me. Passaram-se 11 dias desde a última vez que o tinha feito. E o resultado surpreendeu-me: menos 2 kgs certos.

Assim:

Peso: 73,90 kgs

IMC: 27.81


Não cortei radicalmente no açúcar - sei que daria em maluca se o fizesse -, mas as refeições da noite são sagradas: só proteína e legumes. Nada de hidratos de carbono, nem frutose. Portanto, como carne, peixe ou ovo e uma salada de alface, tomate e pepino, ou esparregado sem farinha, ou brócolos cozidos, ou ainda legumes no forno (beringela, curgete, pimentos, tomate, cebola...). E gelatina. Daquela light. Montes de gelatina. É docinha qb, é proteína pura e ajuda a "fabricar" colagénio para aguentar a pele no processo de perda de volume.
Fruta, arroz, batatas, massas estão proibidos.


Também sei que se perde sempre peso de forma espectacular nos primeiros dias que se muda de alimentação, e que depois estagna. Mas não me importo muito com isso, pois graças a Deus - e mesmo que eu não queira - tenho sempre actividade física garantida, e isso ajuda muito a perder o que não me faz falta.

A continuar.

quinta-feira, 22 de junho de 2017